Olhando sua avó a escrever, curioso o menino perguntou:
- Você está escrevendo uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou o lápis, não vendo nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida.
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o muno.
“Primeira: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele sempre nos conduz em direção à Sua vontade.”
“Segunda: de vez em quando eu preciso parar de escrever, e apontá-lo. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.”
“Terceira: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça”.
“Quarta: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que esta dentro de você”.
“Finalmente, a quinta qualidade: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo o que fizer na vida deixará traços, então procure ser consciente em cada ação”.
(Autor desconhecido)
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
[...]
Dou-te um beijo na boca...
Minhas mãos percorrem o teu corpo
O fogo da paixão acende, é inevitável
Minha boca desce, encontra o teu pescoço e já não há o que nos impeça
A atração está no ar, nossos corpos estão quentes, elétricos e ardentes
Dou-te um beijo no pescoço que te faz arrepiar...
Torna esse momento inesquecível e nos faz viajar...
Será que estamos no paraíso?
Não, estamos no mesmo lugar
Mas de que importa onde estamos se podemos viajar com um beijo?
Vamos a qualquer lugar, para lua, para o infinito...
Onde eu possa te amar
Minhas mãos percorrem o teu corpo
O fogo da paixão acende, é inevitável
Minha boca desce, encontra o teu pescoço e já não há o que nos impeça
A atração está no ar, nossos corpos estão quentes, elétricos e ardentes
Dou-te um beijo no pescoço que te faz arrepiar...
Torna esse momento inesquecível e nos faz viajar...
Será que estamos no paraíso?
Não, estamos no mesmo lugar
Mas de que importa onde estamos se podemos viajar com um beijo?
Vamos a qualquer lugar, para lua, para o infinito...
Onde eu possa te amar
sábado, 1 de janeiro de 2011
Do Nosso Amor
'Por que em tão pouco tempo faz tanto tempo que eu te queria'
- Tudo sobre você - John Ulhoa - Zélia Duncan
Chegou de mansinho, como quem não quer nada
Tomou minhas mãos e me presenteou com um lindo sorriso
Por dentro senti meu coração gelar, parar e voltar a bater como algo que foi interrompido e voltou a ser um instante depois
E um calor começou a tomar o meu peito
E naquele instante me dei conta de quanto é verdadeiro/forte todos os sentimentos que surgiu, desde a sua presença na minha vida...
E seguimos de mãos dadas
Os olhos sem poder traduzir todas as sensações sem nome que iam por dentro
As mãos trêmulas, o tecido da pele entre quente e febril não podiam reprimir suas vozes...
Ficamos ali tentando achar as palavras certas para explicar tudo o que sentíamos naquele momento e por fim, acabamos por não encontrar as palavras certas
Nossos olhos se encontraram e por si só
Demonstraram todo Amor que nutrimos uma pela outra
E assim meu bem, os dias foram se desenhando
O encanto dos primeiros momentos foi se tornando maior, mais intenso, mais profundo
E você sem que eu pudesse impedir, pegou meu coração e levou pra morar dentro do seu peito...
E assim continuamos seguindo seguras de nossos sentimentos
Enfrentando os obstáculos do destino
Para que chegue o dia que poderemos desfrutar de todas as noites e manhãs uma ao lado da outra
E vamos de mãos dadas por entre as horas, os momentos e os segundos...
(Mais uma vez brincando de escrever com Ela)
[...]
Sempre novo, sempre único.
Cada dia.
Todo dia.
Um dia, quem sabe hoje,
a vida não será só um projeto futuro.
Mas todo o potencial que há no momento presente.
Nesse dia, quem sabe hoje,
sentimos que a vida é um continuo movimento,
que ser é se tornar.
Nesse dia valorizaremos o que está a nossa volta
e descobriremos tudo o que nossos sentidos nos oferecem,
em cada dia: o ar que se respira, a água que banha nosso corpo, um leve toque, um alguém.
Os sonhos de tudo.
Os gestos de nossa vida.
Momento a momentos, celebrar a vida.
E construir o futuro.
Todo dia.
Cada dia.
Todo dia.
Um dia, quem sabe hoje,
a vida não será só um projeto futuro.
Mas todo o potencial que há no momento presente.
Nesse dia, quem sabe hoje,
sentimos que a vida é um continuo movimento,
que ser é se tornar.
Nesse dia valorizaremos o que está a nossa volta
e descobriremos tudo o que nossos sentidos nos oferecem,
em cada dia: o ar que se respira, a água que banha nosso corpo, um leve toque, um alguém.
Os sonhos de tudo.
Os gestos de nossa vida.
Momento a momentos, celebrar a vida.
E construir o futuro.
Todo dia.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Mulher ao espelho
(Cecília Meireles)
Hoje, que seja esta ou aquela,
pouco me importa.
Quero apenas parecer bela,
pois, seja qual for, estou morta.
Já fui loura, já fui morena,
já fui Margarida e Beatriz.
Já fui Maria e Madalena.
Só não pude ser como quis.
Que mal faz, esta cor fingida
do meu cabelo, e do meu rosto,
se tudo é tinta: o mundo a vida,
o contentamento, o desgosto?
Por fora, serei como queira
a moda, que me vai matando.
Que me levem pele e caveira
ao nada, não me importa quando.
Mas quem viu, tão dilacerados,
olhos, braços e sonhos seus,
e morreu pelo seus pecados,
falará Deus.
Falará, coberta e luzes,
do alto penteado ao rubro artelho.
Porque uns expiram sobre cruzes,
outros, buscando-se no espelho.
Hoje, que seja esta ou aquela,
pouco me importa.
Quero apenas parecer bela,
pois, seja qual for, estou morta.
Já fui loura, já fui morena,
já fui Margarida e Beatriz.
Já fui Maria e Madalena.
Só não pude ser como quis.
Que mal faz, esta cor fingida
do meu cabelo, e do meu rosto,
se tudo é tinta: o mundo a vida,
o contentamento, o desgosto?
Por fora, serei como queira
a moda, que me vai matando.
Que me levem pele e caveira
ao nada, não me importa quando.
Mas quem viu, tão dilacerados,
olhos, braços e sonhos seus,
e morreu pelo seus pecados,
falará Deus.
Falará, coberta e luzes,
do alto penteado ao rubro artelho.
Porque uns expiram sobre cruzes,
outros, buscando-se no espelho.
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