domingo, 22 de agosto de 2010

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"Que seja doce a espera pelas mensagens. ligações e recadinhos bonitinhos.
Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone.
Que seja doce o seu cheiro.
Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio.
Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto.
Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha.
Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado.
Que seja doce a ausência do meu medo.
Que seja doce o seu abraço.
Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão.
Que seja doce.
Que sejamos doce.
E seremos, eu sei."

(Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Chamar de Amor





Se hoje te amo, é porque tu a cada dia me conquistaste
Impregnou-se em meus pensamentos
Em meu coração
Que hoje pertence a ti e a ninguém mais

Se hoje te chamo de Amor, é porque tu a cada instante tem me conquistado, Mais
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É porque tu a cada baque dos ponteiros do relógio tem se revelado o tal Amor em mim
Ocupando um espaço que se tornou só seu e que a cada passo do tempo parece tornar-se maior
Aumentando as minhas certezas de que aí dentro de você
Meu Coração/Amor/Afeto, está muito bem acomodado


O sentimento que nos une, tem feito com que me sinta segura,
Não temo o que vem pela frente,
E quero viver cada instante ao teu lado intensamente,
Sem me preocupar com o resto do mundo


Contigo quero pra sempre viver este amor
Que cada dia tem se tornado essencial em minha vida
Para o meu viver...


Um dia após o outro eu te percebo mais em mim,
Fazendo parte das boas coisas que vejo e vivo
Não quero que isso acabe, e nem que o tempo pare pra uma de nós


Quero que esse Amor, continue escorrendo
Revelando toda a nossa vontade e gosto em sentirmos o que nutrimos uma pela outra
Vamos Morena, a caminhar os dias com os olhos fartos de encanto


E o coração a cada dia mais certo de que está certo,
Chamarmos tudo isso de Amor



[Brincando de escrever com Ela]

Suspiros e Trejeitos



Minha doce menina..

Minha linda flor..
Meu bem querer..
Meus olhos necessitam te ver..
Minha boca tem sede do seu sabor..
Meu corpo deseja sentir o calor de sua pele...

Moça dos cabelos acastanhos
Morena dos olhos que me encantam
Meu corpo quer estar perto do seu corpo
Minhas mãos estarem pregadas maciamente no calor da sua pele
Meus lábios anseiam por estarem colados aos seus, sorvendo o gosto do seu beijo
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Me arisco nessas linhas sem jeito, pra admitir que tudo em mim te quer
Meus sentidos desejam encontrar sossego nos teus braços
Meus braços anseiam por sossegarem seus sentidos entre abraços


Meus olhos desejam contemplar o brilho de teu olhar
Anseiam em admirar a beleza de teu belo sorriso


Meus poros toda noite suplicam o teu cheiro, teu calor
Cada gota dos meus pensamentos te impregnam ainda mais nos meus desejos
Mordendo o meu cerne enquanto luto pra esvair os pensamentos de você
Distânciar a imagem das tuas curvas que não saem da minha lembrança
E continuam a provocar irritações e desvairos por tê-la em minha vida
E não poder tê-la entre os meus braços
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Suspiro enquanto tento adormecer
Mesmo com os olhos fechados te contemplo enquanto o sono tenta me ambalar...
Até em meus sonhos o desejo de lhe ter se afloram
Fazendo com que cada amanhecer a vontade de lhe ter se intensifique
E fazendo com que essa distância se torne cada dia mais dura e cruel.


[Brincando de escrever com Ela]

sábado, 31 de julho de 2010

A mão da criatura

A mão da criatura
Desliza pela minha perna
logo é a perna da criatura que me abraça
Arranhando-se com o dedão do meu pé


Mexe-se inteira
Respira agitada
Sua
Sente falta de ar
Joga fora os lençóis que a sufocam
Faz muito calor
Tempo quente
Tira a roupa
Bicos pretos acariciam-se
A mão invadindo minhas pernas
Chamam-me
Desespera-se, agita-se
O monte de Vênus provoca meu corpo
Se exibe toda enquanto finge dormir


Ela
A criatura
Não entende que eu tenho que escrever
Ela quer sexo
Ela quer sexo, amor e outras coisas


Eu queria escrever um poema de amor para ti
Mas tenho que apagar a luz


A criatura me chama..

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Aquela Noite

Aquela noite...
Foi aquela noite?
Lá fora chovia
Fazia frio
Inverno

Em tua pele meu suor
O esforço, corações agitados
O êxtase, tremor de olhos
As estrelas, paixão consumada
O infinito, amenos suspiros

Nas sombras do nosso abrigo
Tu perguntas
..me amas?

Naquele silêncio podia escutar
O barulho de milhões de rios navegando em teu corpo
O tempo desfazendo-se em nós
O som de inexoráveis rachaduras
Oh duvida cruel instalando-se
O insidioso silêncio de uma pausa

A pergunta rasga a noite
Confundindo corações

E em uma apoteoses
Mundos são destruídos

Hoje
São inúmeras as noites que longe temos estado
Tarde demais para dizer
Sim, te amo!